Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. João 11:5

É interessante notar que Jesus faz uma especial menção de amar Marta. Isso foi depois do incidente registrado em Lucas 10.38-42, onde Marta é pega servindo ao invés de adorar a Jesus, e as suas prioridades ainda não estão em ordem. Jesus não estava repreendendo Marta mas a exortando para seu próprio benefício. Quando o Senhor lida com as áreas problemáticas de nossas vidas, é sempre para o nosso bem, e nunca para o nosso castigo. Não deveríamos tomar a exortação como uma rejeição. Esta é uma maneira de discernir a correção de Deus da condenação do diabo.

Deus nos convence do pecado, mas Ele não nos condena. A convicção é unicamente para nosso proveito sem nenhuma maldade, enquanto a condenação inclui a punição. Satanás é aquele que condena o cristão, mas o Espírito Santo nos da o poder de fugir dessa condenação. A maneira como o Senhor convence o crente é por meio do ministério íntimo do Espírito Santo. Este é sempre feito de forma positiva encorajando-nos a abandonar o pecado ao invés de seguirmos o modo negativo de condenar-nos por termos falhado.

O cristão que ainda caminha no erro está sendo condenado pelo diabo ou está condenando a si mesmo. Somente aqueles que estão vivendo no poder do Espírito Santo fogem das condenações. Compare isso com a lei da gravidade. A gravidade é uma lei que não cessa de exercer o seu poder, mas pode ser superada. Através de uma outra lei, a lei da aerodinâmica, o homem realmente pode voar e enviar espaçonaves para além da gravidade da Terra. Mas é preciso uma força para isso acontecer. Se esta força é desligada, a lei da gravidade ainda está ativa e fará com que o veículo caia.

Igualmente, a lei do pecado e da morte ainda existem. Se um cristão fecha a virtude do Espírito na vida e começa a andar no poder de sua própria carne, Satanás vai usar essa lei do pecado e da morte para condená-lo e garantir que ele falhe. Não é Deus quem nos condena.