Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem. 2 Coríntios 2:15

Parte da tradição bíblica de Sucot (Festa dos Tabernáculos) é a utilização de quatro espécies de árvores. De acordo com Levítico 23.40, estas árvores incluem a palmeira, murta frondosa, salgueiro, e a cidreira, um fruto com o gosto parecido com o de limão, porém com algumas diferenças importantes. A semelhante ao limão, é que a cidra tem uma fragrância aprazível, no entanto, é conhecido por ter um gosto mais adocicado.

Enquanto a cidra é usada para simbolizar alguns dos aspectos da colheita da festa dos tabernáculos, os sábios notam que há uma outra lição importante associada a este fruto de Israel. O sabor adocicado da cidra, simboliza um judeu com o conhecimento da Torá. Isso nos ensina que devemos ser pessoas que amam o bom gosto da Palavra de Deus, como fez o rei Davi (Salmos 119.103-104).

Contudo, há mais para o cidra do que o gosto doce. Os sábios equiparam a fragrância agradável desta fruta a uma pessoa que vive a Escritura em sua vida cotidiana. O crente em Jesus é desafiado por este chamado todos os dias.

Alcançamos o bom gosto da Palavra de Deus, mas nosso desejo maior é de deixar nossas vidas de obediência com o perfume do Messias para aqueles que nos rodeiam. Na realidade, a cidra é uma lembrança viva de que Deus deseja ser evidente em tudo o que falamos e fazemos. A cidra nos lembra da pergunta: “Que perfume estamos usando nestes últimos dias?”