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Se Deus existisse?

Saiu no UOL hoje uma notícia sobre um jornalista brasileiro que mora atualmente em Veneza. Segundo a matéria, há 12 anos atrás, o jornalista e a esposa, que na época estava grávida do primeiro filho do casal, passeavam ou moravam na Itália.

A esposa, como toda mulher, estava receosa em relação ao parto, e compartilhou deste medo, receio e ansiedade com o esposo, nada mais normal, pois nós homens temos que servir, muitas vezes de porto seguro às esposas.

Quando estavam diante do hospital, a fachada do prédio, com uma arquitetura renascentista, deixou o jornalista admirado, e isso era mais importante do que o receio da esposa, e nem se importou com o medo pulsante da futura mamãe e responde, a meu ver, grosseiramente: “Com esta fachada, aceito até um filho deforme“.

Coincidência ou não, no momento do parto, houve um erro médico e o menino nasceu com um problema de paralisia cerebral, e hoje com 12 anos, continua aprisionado ao problema.

O mais interessante, é que o jornalista (não quero citar o nome pra não dar “ibope”), agora que quer lançar seu livro falando do “amor” pelo filho, usa de uma estratégia de marketing: a polêmica. Pronuncia a seguinte frase: “Deus, se existisse, seria muito burro de ter me dado Tito como castigo. Ele é a coisa que eu mais amo na vida.

O fato aqui não é se Deus existe ou não existe, pois isso foge ao escopo do post, mas sobre o porque pronunciar algo neste sentido? Será que não está com um certo peso na consciência sobre o que disse no passado?

O que mais me admira é usar seu pseudo-ateísmo como “religião” e o problema do filho pra divulgar sua obra (que já deve ter sido pensada há doze anos atras).

Castigo? Não, Deus não castigou ninguém, e se alguém tivesse sendo castigado nesta situação, é o filho de ter um pai assim.

1 Comment

  1. Luana

    Misericórdia! Como as pessoas não pensam para falar e Deus sempre é “acusado” “apontado” e “criticado”! O que será que essa pessoa aprendeu sobre Deus que o faz pensar que ELE não existe? E , segundo ele, “se existisse seria muito burro”? Somos pequenos demais para compreender algumas coisas!

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