“Eles serão locais de refúgio contra o vingador, para que qualquer pessoa acusada de assassinato não morra antes de ser julgado antes da assembléia.” – Números 35:12

O texto confirma uma das ocorrências mais trágicas na vida: Acidentes, mais especificamente, acidentes fatais. É mau quando uma pessoa toma deliberadamente a vida de outra pessoa, mas o que acontece quando alguém leva uma vida por acidente? É uma tragédia dupla – tanto para o falecido e para aquele que involuntariamente cometeu o homicídio.

Existe uma história emocionente, a história da família de Steven Curtis Chapman. Steven Curtis Chapman é um compositor e cantor cristão famoso. Ele não só escreve letras bonitas, mas vive cada uma delas também. Chapman decidiu adotar três meninas bebês chinesas, a fim de dar-lhes uma vida melhor junto com seus três filhos biológicos. Algum tempo depois as meninas haviam se tornado parte de sua família, o filho adolescente de Steven tragicamente e acidentalmente atropelou a filha mais nova. Foi uma dupla tragédia que abalou a família em seu núcleo. No entanto, a força e a fé dos Chapmans foi inspiradora. Enquanto não havia nada a ser feito para a garotinha de 5 anos de idade, que tinha ido para o céu, a família se concentrou no reforço para o filho de 17 anos de idade, para que ele pudesse seguir em frente e viver.

Na leitura da Torá, aprendemos sobre as “cidades de refúgio.” Deus ordenou que seis cidades seriam designadas dentro de Israel como lugares onde uma pessoa que tinha matado alguém acidentalmente poderia procurar a segurança de quaisquer parentes que quisessem vingança. No entanto, o objetivo é mais profundo do que isso. A Escritura afirma: “Eles serão locais de refúgio contra o vingador, para que qualquer pessoa acusada de assassinato não morra …” Os rabinos explicam que o objetivo não é simplesmente que o acusado “não pode morrer”, mas também para que ele ou ela devam viver. Há entre os levitas, em cujo território essas cidades foram construídas, a pessoa que tinha cometido essa tragédia acidental seria inspirado pelos santos a aprenderem a seguir em frente e viver.

Não há dúvida de que, se não fosse pela graça de Deus, todos nós poderíamos cometer erros trágicos, em determinado momento. Hoje, não há cidades de refúgio, mas Deus é o nosso refúgio. Como lemos no Salmo 18.2: “O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio …” Quando erramos, temos que correr para Deus. Precisamos buscar Seu refúgio e confiar em seu perdão. Deus não quer que fiquemos presos no passado ou chafurdar em nossos erros. Deus quer que vivamos – para viver, prosperar, e florescer. Então se refugie em Deus hoje e passe para um futuro melhor.

Viva a vida!