“Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.” (Gênesis 7:23)

Por cento e vinte anos, Noé pregou, tanto com suas palavras quanto com suas ações, contra toda a corrupção e violência de seu tempo.

A situação estava tão caótica, que a Bíblia afirma que “o Senhor viu que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.” (Gênesis 6:5)

Noé alertou sobre o julgamento que se aproximava, mas nenhum homem ou mulher quiseram acreditar. Absolutamente ninguém deu ouvidos à Noé.

Por mais de cem anos, o povo viu a arca do refúgio sendo construída, mas todos se recusaram a atender ou aceitar o aviso de Noé, incluindo aqueles que ajudaram o próprio Noé a construir a grande embarcação e que ouviram o testemunho do patriarca e observaram sua vida piedosa.

Por causa de sua descrença, eles morreram fora da arca em que eles próprios haviam trabalhado e ajudado a construir.

Deus ainda oferece resgate por meio da arca da salvação, que é o nosso mestre Jesus.

Porém muitos estão presentes, só observando que a igreja está chegando no tempo de seu fim na terra, mas rejeitam entrar na arca.

Por isso o próprio Jesus avisou:

“Como foi nos dias de Noé, assim será na vinda do Filho do Homem. Pois nos dias anteriores ao dilúvio, as pessoas comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou no arca; e eles não sabiam nada sobre o que aconteceria até que viesse o dilúvio e os levasse. Assim será na vinda do Filho do Homem, dois homens estarão no campo; um será levado e o outro deixado. Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia nosso Senhor virá ”(Mateus 24.37-42).

Cristianismo é coisa séria. Não podemos brincar de ser crente e viver de fachada sem nos preocuparmos com o interior.

Cuidado para não ficar fora da arca e pertencer ao grupo da qual Jesus diz assim:

“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” (Mateus 15:8)

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